Alegrete - Bagé - Rosário do Sul - Santana do Livramento - São Gabriel - Uruguaiana

Alegrete

Centro Cultural Adão Ortiz Houlayek -
Espaço cultural que abriga a Biblioteca Pública Municipal, auditório e sala de exposições
Museu História Natural de Alegrete -
Acervo: vegetais, animais, minerais, paleontologia e arqueologia.
Largo da Viação Férrea, Praça João Modesto de Souza, no centro
Museu de Mário Quintana -
Acervo: obras bibliográficas, teses defendidas no País e no exterior sobre a obra do poeta, algumas comendas, certificados e objetos pessoais.
Praça Getúlio Vargas, 49, centro
Funcionamento: visitas agendadas
Museu Histórico Osvaldo Aranha -
Acervo: objetos pessoais e fotografias.
Praça Getúlio Vargas, 585
Horários: Das 08h30 às 11h30 e das 14h30 às 17h, terças a domingos
Museu de Arqueologia e Artes Dr. José Pinto Bicca de Medeiros -
Acervo: pintura, desenho, escultura, gravura e artes gráficas.
Praça Getúlio Vargas, 158
Horários: das 08h30 às 11h30 e das 14h30 às 17h, terças a domingos
Igreja de Nossa Senhora Imaculada Conceição Aparecida -
Rua Vasco Alves, 48, centro.
Igreja de São José -
Rua Bento Manoel, 30, Cidade Alta.
Capela Queimada -
Lugarejo que os índios e portugueses seguidores do General Uruguaio José Artigas invadiram e queimaram.
Localiza-se em Inhanduí, onde se iniciou o povoamento do município, a 40 km do centro
Ponte de Pedra -
Formação rochosa em formato de uma ponte. Seu acesso é difícil.
Localiza-se no Cerro do Tigre - 2º Distrito.
Reserva Biológica Estadual de Ibirapuitã -
Área de preservação com 351,42 ha, criada em 1982, é a única área de proteção integral a preservar porções de campos nativos e mata ciliar onde existe o bugio-preto. Não está aberta à visitação
Ilha dos Milanos -
Reserva ecológica municipal, abriga diversas espécies de flora, fauna, é o último reduto do bugio preto, do jacaré do papo amarelo, da lontra, da ariranha, do veado e uma variedade de pássaros.
Lagoa do Parové -
Com 1.100 m de comprimento e 500 m de largura.
Localização: Parové, Distrito de Passo Novo a 54 km do centro
Rio Ibirapuitã -
Rio que nasce na coxilha de Haedo, a oeste de Santana do Livramento, corre de sul para norte num total de 250 km.
Em Alegrete forma um grande arco e, em época de cheias, inunda grandes áreas.  Divide o município em duas partes: a margem direita com terras mais próprias para a agricultura e a margem esquerda, para a pecuária.  Desagua no Rio Ibicuí.
Rio Ibicuí -
Afluente do rio Uruguai, é formado pela junção do Ibicuí-Mirim com o Rio Santa Maria, na região sudoeste do Rio Grande do Sul.  Possui 290 km e corre na direção leste/oeste fertilizando as terras propiciando as atividades agropastoris.  Seus afluentes são: Arroio Pai-Passo, Arroio Restinga, Arroio Caverá, Arroio Inhanduí, Arroio Caiboaté, Arroio Jararaca, Arroio Capivari, Arroio Salso, Rio Itapevi, Rio Jacaquá, Rio São João, Rio Lajeado, Rio Itapororó, Rio Ibirocai.

Bagé

Museu Dom Diogo de Souza -
O prédio pertence a Sociedade Portuguesa de Beneficência (fundada em 1º de junho de 1870). Uma das construções mais antigas e belas de Bagé, foi construído para ser um hospital destinado a atender portugueses da região, em terreno doado pela província. Foi inaugurado em 27 de novembro de 1878, mas não começou a funcionar com o propósito inicial; foi alugado para o Exército Nacional para abrigar a Enfermaria Militar (1893 a 1898). Em 1894, um incêndio destruiu vários documentos, como estatutos e plantas do prédio.
O edifício é semelhante ao Palácio de Queluz, em Portugal, onde nasceu e morreu Dom Pedro I.
Rua Emílio Guilayn, 759.
Funcionamento: de terça a sábado, das 13:30 às 18:30.
Museu da Gravura Brasileira -
O Museu foi idéia dos pintores Glauco Rodrigues, Glênio Bianchetti, Danúbio Gonçalves e Carlos Scliar, integrantes do Grupo de Bagé, já que no Museu Dom Diogo de Souza havia muitas doações de gravuras do Grupo e outros artistas. A idéia era coletar, conservar, pesquisar expor obras de arte, especialmente a gravura. Foi fundado em 21 de junho de 1977, e foi dirigido pelo historiador Tarcísio Taborda por muitos anos.
Rua Coronel Azambuja, 18 (esquina Av. Tupy Silveira)
Funciona: segundas, das 13hs30min às 17hs30min - terças a sextas, das 13hs30min às 19hs30min. Sem taxa para visitação.
Casa de Cultura Pedro Wayne -
Nesta esquina, antigamente, funcionava uma casa comercial muito conhecida na cidade, chamada Casa Vermelha. Fundada em 1902, a Casa Vermelha era considerada uma das casas comerciais de maior bom gosto e luxo da época, e possuía artigos para homens, mulheres e crianças, além de perfumes, calçados, miudezas, secos e molhados. Várias mercadorias vinham da Europa.
Av. Sete de Setembro, esquina General Netto.
Funciona: Seg. a Sexta, das 13hs às 19hs / Sábado, das 9hs às 12hs e das 15hs às 18hs e Domingo, das 15hs às 18hs (quando há exposição)
IMBA – Instituto Musica de Belas Artes -
O IMBA funciona no antigo Solar da Sociedade Espanhola. O prédio começou a ser construído em 1890 (a primeira etapa foi finalizada em 1905) e foi totalmente concluído em 26 de maio de 1929. Até 1934, a Sociedade Espanhola alugou o Solar ao Clube Comercial, para arrecadas recursos para a conclusão da obra. O Instituto Musical de Belas Artes foi fundado em 10 de abril de 1921, pelos professores Guilherme Fontainha e Maestro José Corsi.
Av. Sete de Setembro, 1087.
Funciona: das 8:30hs às 11:30hs, e das 13:30hs às 21hs (segundas e quartas), ou às 20:30hs (terças, quintas e sextas).

Biblioteca e Arquivo Público Municipal -
Pertence à Prefeitura Municipal. Foi inaugurada em 26 de novembro de 1933. Funciona neste prédio desde dezembro de 2000. Até o final da década de 80, funcionou no local o Foro da cidade. Depois, o prédio passou por uma reforma para abrigar a Biblioteca.
Rua Carlos Mangabeira, esquina Av. Sete de Setembro.
Funcionamento: Seg. a Sexta, das 8hs às 20hs - Sábado, das 9hs às 12hs
Antiga Estação Ferroviária
O prédio da antiga Estação Ferroviária de Bagé foi inaugurado em 2 de dezembro de 1884, quando também foi inaugurada a linha Bagé – Rio Grande. A Estação Telegráfica da Estrada de Ferro, inaugurada um pouco antes, funcionava no mesmo prédio. Em 1874 foi assinado um contrato para a construção da Estrada de Ferro Rio Grande – Alegrete, passando por Bagé. Em 2 de dezembro de 1884 foi inaugurada a linha Rio Grande – Bagé; em 1897 foi a vez do trecho Bagé – São Sebastião; e em 1900 completou-se a estrada Bagé – Cacequi. Em 1924 o prédio foi destruído por um incêndio. No mesmo ano o novo prédio começou a ser construído, funcionando como Estação Ferroviária até mais da metade do século XX.
Na década de 70, os trilhos saíram do centro da cidade e a estação foi para Santa Thereza.
Palacete Pedrinho Osório
O prédio foi construído no início do século XX, pelo médico Dr. Pedro Osório. Possui estilo neoclássico, com mármore, vitrais e ferro. Há quem diga que é uma réplica de uma casa existente em Bologna (Itália), outros dizem que é réplica de uma casa em Paris, que teria inclusive os dois cachorros. As duas estátuas dos cachorros, em ferro fundido, foram colocadas alguns anos depois da sua conclusão. Existe, junto ao prédio, um bosque plantado por Pedro Osório, que era apaixonado por plantas e árvores.
Até hoje o bosque é orgulho para os bageenses. A partir de 1955 foi sede do Colégio Estadual Carlos Kluwe, e hoje abriga a Secretaria de Cultura do município.

Prefeitura Municipal
Inaugurada em 24 de fevereiro de 1900. O Governo Municipal ocupava, até então, um prédio situado à rua Conde de Porto Alegre, esquina Barão do Amazonas. Foi construída na administração de José Octávio Gonçalves. A planta da construção constituía-se de: um salão para o Conselho Municipal, uma sala para o Júri, duas salas para cada Secretaria (Tesouro, Município e Obras Públicas), ante sala e Gabinete do Intendente, biblioteca, Secretaria do Sub Intendente, alojamento para a Guarda Municipal, duas prisões e outra peças pequenas indispensáveis para o funcionamento da Intendência. A parte térrea, lado sul, funcionou como cadeia por muitos anos, e na parte superior, no Salão Nobre, funcionou a Câmara dos Vereadores. A porta principal original foi readaptada no interior do prédio, e a que hoje está no local foi doada pelo uruguaio Dr. Roberto Magalhães Suñe.
Praça Silveira Martins
Já teve vários nomes: Largo do Conde, Praça do Portão (próximo à praça haveria um portão, que seria o portão de entrada da cidade), Praça do Mercado (segundo alguns), e Praça Voluntários da Pátria (em 1881), pois era nela que os soldados daqui que foram para a Guerra do Paraguai se reuniam.
A atual denominação de Praça Silveira Martins, em homenagem a Gaspar Silveira Martins, vigora desde o final da década de 30.
Situada bem no centro da cidade, em 1908 forma construídos os chafarizes e vieram do Rio de Janeiro os dois “anjinhos da praça”. Hoje não há mais as fontes, apenas permanecem os anjinhos.
Coreto Municipal -
Inaugurado em 15 de novembro de 1927 (data comemorativa à Proclamação da República). Sua construção foi obra do engº Civil Lincoln Proença Borralho, Sec. de Obras Públicas da administração de Carlos Mangabeira. Serviu de palco para bandas municipais e comícios de importantes políticos, entre eles os ex-presidentes Jânio Quadros e Juscelino Kubistchek.
Antes da sua construção, havia no local um “chalet” de madeira, inaugurado em 1899.
Praça da Redenção - Praça Carlos Telles
Segundo alguns historiadores, aqui seria o centro do acampamento militar deixado por Dom Diogo de Souza em 17 de julho de 1811 que teria dado início à cidade de Bagé. A Praça da Matriz, anteriormente chamada Praça da Redenção, recebeu a denominação de Praça Carlos Telles em homenagem ao Coronel Carlos Telles, herói da defesa de Bagé durante o cerco de 1893 (Revolução Federalista). Na área próxima à Praça e à Catedral, onde a cidade começou a se desenvolver, as ruas estreitas mostram a influência portuguesa, um dos povos que ajudaram a colonizar o nosso município.
Praça de Esportes - Praça Rio Branco
Antigamente chamada de Praça da Constituição, em 1910 já era chamada de Praça Rio Branco.
No governo de Carlos Mangabeira, em 1925 (segundo os jornais), a praça teria sido escolhida “para o desenvolvimento físico das crianças”. A planta estaria sendo elaborada pelo Centro de Cultura Física de Montevidéu. Em 1926-1927 foram colocados os aparelhos de ginástica, a tela ao redor da praça e da pista de patinação, e construída a quadra de tênis.
Considerada a primeira do gênero no país, a praça foi inaugurada em 7 de setembro de 1927.
Igreja Matriz de São Sebastião
São Sebastião, o padroeiro de Bagé, é também padroeiro dos militares. Em 20 de janeiro de 1813, uma procissão transladou a imagem de São Sebastião da Guarda da Coxilha para o acampamento militar deixado por Dom Diogo de Souza. Assim começou a história da Catedral. Inicialmente, a imagem ficou em um rancho e em 1815 iniciou-se a construção de uma igreja em louvor do santo. Concluída em 1820, a antiga igreja era muito simples, resumindo-se a uma capela-mor e tendo como corpo um galpão coberto de palha. A Igreja sofreu vários danos durante as Guerras Cisplatina e dos Farrapos, prejudicando suas estruturas. Em 15 de novembro de 1844, Duque de Caxias (então Marquês de Caxias), esteve em Bagé. Foi recebido pelo padre Lourenço Cazas Novas, que convidou Caxias para um Te-Deum para homenagear a vitória das forças imperiais sobre os farroupilhas no combate dos Porongos. Mas Caxias, já pensando na construção da paz, respondeu que se fizesse uma Missa de Defuntos, pela alma dos que morreram no combate. 
A atual Matriz começou a ser construída em 1862 e foi concluída em 1878. Porém, em 1865, quando já estavam prontos a capela e o altar-mor e a Igreja já estava coberta, começaram os cultos ao divino.
Igreja Nossa Senhora da Conceição
As obras da antiga capela foram iniciadas em 1869 e concluídas em 1871. A pintura, incluindo os quadros da paixão e a abóbada, ficou pronta em 1888. Em 1893 (Revolução Federalista) a capela foi invadida pelos revolucionários. Em 1930 foi reformada e construída uma torre. Foi demolida em 1963 pelos padres capuchinhos e um novo templo foi construído, sendo a primeira missa celebrada em 08/12/1966. A imagem de Nossa Senhora da Conceição veio de Concepción, em 1870, e era uma presa da Guerra do Paraguai.
Igreja Nossa Senhora Auxiliadora
Foi inaugurada em 24 de maio de 1929, mas só foi completamente finalizada na década de 40. O plano inicial era utilizar o colégio já edificado ao centro. À direita de quem olha ficaria a Igreja, onde já funcionava a antiga capela, e à esquerda ficaria o teatro. Mas o projeto foi modificado e a Igreja passou para o lado esquerdo. Como a área era menor, foi aumentada a sua altura. O irmão salesiano Heitor Schneider foi quem redefiniu e comandou o projeto, que teve apoio de várias pessoas da comunidade para concluir a obra. Foi ele também quem desenhou e colocou o altar-mor. Os cinco sinos vieram da Itália e cada um representa o som de uma nota musical: dó, ré, mi, fá, sol.
Associação Rural de Bagé - Parque Visconde de Ribeiro Magalhães
A Associação Rural de Bagé foi fundada no dia 20 de setembro de 1904, por um grupo numeroso de associados, 95 ruralistas, cujos nomes estão eternamente inscritos na placa de bronze que foi fixada no Salão Nobre, liberados pelo Visconde de Ribeiro Magalhães. É a mais antiga a realizar Exposições Feiras. Durante este período apenas nas da 1ª e 2ª Guerras Mundiais, não foram realizadas as mostras em Bagé. Os primeiros estatutos da entidade foram redigidos pelo político e diplomata Joaquim Francisco de Assis Brasil.
Av Portugal, 495.
Cerro de Bagé
Diz a lenda que por aqui estaria enterrado o índio Ibajé, que segundo alguns historiadores seria a razão do nome da nossa cidade ser Bagé. No morro da TV, tem-se uma vista panorâmica de toda a cidade de Bagé.
Rio Camaquã:
Rio que nasce em Bagé e deságua na Lagoa dos Patos. Possui 330 km de extensão.
Rio Jaguarão:
Rio que nasce no Município de Pinheiro Machado e corre aproximadamente em direção norte-sul até atingir o Município de Aceguá, voltando-se depois para noroeste-sudeste, marcando a partir desta parte o limite entre as faixas centro-sul do Estado e centro oriental do Uruguai. Passa entre Rio Branco e o município de Jaguarão e deságua na Lagoa Mirim. Seu curso é de aproximadamente 270 km. É navegável em 32 km, da foz até a cidade de Jaguarão.

Rosário do Sul

Teatro João Pessoa:
Construção de 1912, é tombado como patrimônio cultural do Estado do Rio Grande do Sul.
Rua Amaro Souto, 2.247
Biblioteca Municipal Werneldo Hörbe -
Rua Amaro Souto, 2.247 - Tel: 231-2318.
Funcionamento: 2ª a 6ª feira das 8:00h às 17:00h e sábado das 8:00h às 12:00h
Igreja de Nossa Senhora do Rosário:
Rua General Osório, 1.302, Centro
Museu Municipal General Honório Lemes:
Acervo: Objetos do general Honório Lemes, objetos da batalha do Poço do Rosado, busto do marechal José de Abreu, pianos, jornais e rádios.
Rua Amaro Souto, 1.163, Centro
Funcionamento: 2ª a 6ª feira das 9:00h às 11:30h e das 14:00h às 16:00h
Rio Santa Maria:
Rio que nasce a nordeste do Município de Dom Pedrito e tem sua foz no rio Ibicuí que desemboca no rio Uruguai. No verão pode-se atravessar toda sua largura a pé.
Rio Ibicuí
Afluente do rio Uruguai, é formado pela junção do Ibicuí-Mirim com o rio Santa Maria, na região sudoeste do Rio Grande do Sul. Possui aproximadamente 290 km.
Rio Vacacaí-Grande: Rio que nasce em Rosário do Sul.
Praia das Areias Brancas
Praia do Rio Santa Maria, com areias brancas e águas azuis. Possui calçadão, bares e área para esportes e lazer. Possui camping administrado pela Prefeitura Municipal.
Balneário localizado a 500m do centro da cidade, dotado de infra-estrutura, com área de camping, restaurantes, bares, danceterias, área de lazer e palco de shows, onde acontecem diversos eventos regionais. É considerada a mais bela praia fluvial do Estado.
Av. Rio Branco, aberta diariamente com maior intensidade de visitação na temporada de verão.
Praia do Rio Ibicuí
Praia com areia branca e fina e água azul.
Estrada para Dom Pedrito, 3 km do Centro.

Santana do Livramento

Parque Internacional -
Na divisa do Brasil com o Uruguai, é símbolo de integração entre as duas cidades
Área de lazer arborizada, metade pertence ao Brasil e metade ao Uruguai. Abriga o Obelisco que marca a divisa entre as cidades de Santa do Livramento e Rivera (República Oriental do Uruguai).
Estação Ferroviária -
Construção de 1906, feita por uma empresa da Bélgica, por ela passou o 26º presidente dos Estados Unidos da América do Norte, Theodore Roosevelt.
Rua Tenente Benevolo, esquina Rua Juvêncio Lemos.
Casa de José Hernandez -
Escritor do Poema El Gaúcho Martin Fierro. 
Rua Rivadávia Correa, esquina rua Uruguai.
Residência do Antigo Prefeito João Souto Duarte -
Construção do início o séc. XX, hospedou o Presidente Getúlio Vargas na época da campanha presidencial. 
Rua Treze de Maio.
Palácio Moisés Viana -
Construção de 1909, em estilo gótico-romano, feita com material importado. Atualmente sedia a Prefeitura.
Rua Rivadávia Corrêa e Duque de Caxias.
Prédio do Antigo Banco Pelotense - Construção de 1915
Rua dos Andradas, entre as Ruas Manduca Rodrigues e Brigadeiro Canabarro.
Casa de Dom Pedro Garcia - Construção de 1860
Rua Rivadávia Corrêa.
Prédio do Museu Municipal David Canabarro -
Construção em estilo neoclássico, abrigou o Banco do Brasil. 
Rua dos Andradas,
Prédio da Antiga Sociedade Italiana -
Construção de 1912, feita por italianos radicados na cidade, possui fachada rica em detalhes. Atualmente sedia a Sociedade Anita e José Garibaldi.
Rua Rivadávia Corrêa,
Casa de David Canabarro -
Construção de 1845, feita com paredes externas em alvenaria de pedra, as internas em pau-a-pique e a cobertura em telhas capa-e-canal, foi residência de David Canabarro, chefe da Revolução Farroupilha que, junto com Garibaldi, tomou Laguna, em Santa Catarina, proclamando a República Juliana em 1839.
Rua 24 de Maio, 1094
Residência do Prefeito Daciano Dias - Construção de 1910, em estilo francês. 
Rua General Câmara,
Casa do Dentista Napoleão Acquaviva - Construção do final do séc. XIX, com características art-noveau. 
Rua Uruguai,
Colégio Santa Teresa de Jesus - Construção de 1913, foi o primeiro colégio teresiano construído no País.
Rua Treze de Maio,
Prédio da Casa de Cultura - Construção em estilo neoclássico, abrigou o Fórum.
Casa do General Flores da Cunha
Estância São Miguel, Vista Alegre, 60 km do Centro.
Praça General Osório - Praça que abriga árvores seculares com destaque para uma palmeira plantada por Dom Pedro I.
Cerro do Marco - Linha Divisória, ao lado do Cassino de Rivera
Igreja Matriz de Sant'Ana:
Construção de 1918, em estilo barroco, foi o primeiro templo católico de Sant'Ana do Livramento.
Rua 7 de Setembro, Praça General Osório
Biblioteca Ruy Barbosa - Localização: Rua Sete de Setembro, 724
Funcionamento: 2ª a 6ª feira das 7:00h às 19:00h

Santana do Livramento faz fronteira com Rivera (Uruguai) unidas por uma linha imaginária, dão uma demonstração ao mundo de que a paz é possível, por isso são conhecidas como 'Fronteira da Paz' ou 'La Mas Hermana de Todas Las Fronteras Del Mundo'.

São Gabriel

Palácio Plácido de Castro -
Construção de 1922, em estilo neoclássico, mantém suas características originais. Atualmente sedia a Prefeitura Municipal.
Museu João Pedro Nunes – maior acervo particular do País
Rua Barão de São Gabriel, 530
Secretária de Turismo
Construção de 1826, em estilo neoclássico, com dois pavimentos onde predominam as linhas retas, marcadas por pilastras dóricas e platibanda decorada com losangos. Abrigou o 3º Corpo de Cavalaria Imperial. No ano de 1846 hospedou o Imperador Dom Pedro II.
Quartel do 6º Batalhão de Engenharia de Combate - Construção de 1846, é o mais antigo quartel do Rio Grande do Sul.
Museu e Monumentos aos heróis da FEB
Força Expedicionária Brasileira, aparecendo a Herma do Marechal Mascarenhas de Moraes comandante da FEB e ilustre filho gabrielense. Instalado no prédio da antiga Estação Ferroviária, construção de 1906, era o local de encontros da população. 
Praça Carlos Antunes s/nº
Museu João Pedro Nunes -
Criado em 1901, é um dos mais antigos em atividade no Rio Grande do Sul.
Acervo: Objetos, fotos e documentos da história gaúcha, sacra, escravista e indígena, curiosidades e exército brasileiro, com destaque para o fardamento usado pelo comandante da FEB Marechal João Batista Mascarenhas de Moraes, pertences pessoais e roupas que Plácido de Castro usava no dia em que sofreu o atentado, imagens sacras do século XVII, espadas e bandeiras da Revolução Farroupilha, vários documentos usados nas revoluções do Rio Grande do Sul, Farroupilha, Federalista, de 23, 30 e 32, objetos indígenas, muitos retirados de cemitérios indígenas da cidade.
Rua Barão de São Gabriel, 530
Funciona: de terças a sábados das 14h às 18h
Igreja Matriz de São Gabriel - Construção de 1924.
Praça Dr. Fernando Abbott.
Igreja Nossa Senhora do Rosário / Igreja do Galo -
Construção de 1817, foi o primeiro templo de alvenaria  levantado em São Gabriel. Foi Matriz até 1924. Possuía, em sua cúpula, um galo de bronze, que foi roubado em 1985.
Capelinha da Guapa -
Capelinha construída para homenagear Maria Isabel Hornos, apelidada de Guapa, uruguaia que se estabeleceu no Município dedicando-se ao meretrício. Tornou-se popular por presentear as crianças e foi encontrada morta, em 1924, alvejada de tiros. Atualmente seu túmulo é um verdadeiro santuário, onde se paga promessas com flores e placas de homenagem.
Capelinha dos Fuzilados / Capela dos Irmãozinhos -
Construção do séc. XVIII, feita no local onde dois soldados foram executados por descumprirem o regimento militar da época.
Quartel do 6º Batalhão de Engenharia de Combate.
Capela do Negrinho da Sanga Funda - Construção de 1948, feita como pagamento de promessa
RS-156 (Estrada São Gabriel - Bagé)
Rio Vacacaí -
Rio que nasce em São Gabriel e desemboca no Rio Jacuí. Possui duas barragens e é propício à pesca.
Balneário do Pedroso -
Possui infra-estrutura completa para o esporte e o banho e possui churrasqueiras. É cercado por árvores nativas e banhado pelo Rio Vacacaí.
BR-630, Distrito de Vacacaí, 13 km do Centro

Uruguaiana

Igreja de Nossa Senhora do Carmo -
Construção de 1928, em estilo gótico, feita pela ordem dos carmelitas descalços. Abriga a imagem de Nossa Senhora do Carmo esculpida em pau-brasil.
Largo Nossa Senhora do Carmo, 2.598
Catedral Diocesana Santana
Construção de 1946, em estilo neoclássico, possui torres com 62 m de altura e obras de arte.
Rua Santana, 2.612
Centro Cultural Dr. Pedro Marini
Espaço cultural que abriga museus, bibliotecas, oficinas de arte e videoteca.
Rua Santana, esquina Rua Duque de Caxias, s/nº
Funcionamento: 2ª feira a sábado das 8:00h às 12:00h e das 14:30h às 17:30h.
Museu do Piá
Acervo: Mais de 100 peças do inventário infantil da região.
Rua Capitão Bernardo Brum, Santo Inácio - CTG Sinuelo do Pago
Funciona: 2ª a 6ª feira das 8:30h às 12:00h e das 14:00h às 17:30h e aos sábados das 8:30h às 12:00h.
Prédio do CTG Sinuelo do Pago
Construção que abrigou as tropas de Dom Pedro II, durante a guerra do Paraguai e onde foi assinado o tratado entre o Brasil e a Grã-Bretanha reatando os laços de amizade.
Localização: Rua Capitão Bernardo Brum, Santo Inácio.
Monumento do Gaúcho
Construção de 1968, retrata o gaúcho anônimo com indumentária usada na época da Revolução Farroupilha.
Localização: Estação Rodoviária.
Casarão dos Barbarás:
Construção de 1913, feita por Miguel Barbará, comerciante imigrante da Argentina, com mármore de Carrara italiano e vidros franceses. Abriga o primeiro elevador e primeira calefação interna da cidade. Atualmente sedia o Centro Cultural Dr. Pedro Marini. 
Rua Santana, esquina Rua Duque de Caxias, s/nº.
Ponte Internacional Agustin Justo-Getúlio Vargas
Construção de 1947, sobre o Rio Uruguai, com 1.419 m de extensão, distribuídos em 41 vãos, liga Uruguaiana (Brasil) a Paso de Los Libres ( Argentina ), feita com ferro brasileiro e cimento argentino. Na época da inauguração o presidente brasileiro era Eurico Gaspar Dutra, enquanto o argentino era Juan Domingo Perón, que esteve acompanhado de Evita.
Prédio do Clube Comercial
Construção de 1893, é uma réplica da Biblioteca Pública de Varsóvia.
Prédio da Prefeitura Municipal
Construção de 1889, em estilo neo-romano.
Monumento à Califórnia
Monumento que homenageia ao maior festival de música nativista do Rio Grande do Sul.
Praça Barão do Rio Branco.
Castelo:
Construção de 1955, é uma réplica dos castelos Europeus, misturando o estilo tudor, normando e renascença.
Rua XV de Novembro, entre as ruas Júlio de Castilhos e General Canabarro.
Velha Destilaria:
Construção de 1936, foi a primeira destilaria de petróleo do Brasil, denominando-se Destilaria Rio-Grandense de Petróleo.
Casa do Barão do Ijuí:
Rua Duque de Caxias, 1263.
Monumento a Domingos de Almeida:
Monumento que homenageia a Domingos José de Almeida, fundador de Uruguaiana.
Praça Farroupilha, na entrada principal da Cidade.
Obelisco:
Monumento que marca o local onde Dom Pedro II recebeu a espada do Coronel Estigarribia quando os paraguaios uniram-se as tropas da tríplice aliança, em 1835 e onde aconteceu a Retomada de Uruguaiana, em 1865, na Guerra do Paraguai.
Esquina das Avenidas Getúlio Vargas e Flores da Cunha.
Atrações Turísticas
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